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MICROFISIOTERAPIA
IA
microfisioterapia é uma técnica efetuada através das mãos, que consiste
em controlar e restaurar a vitalidade de todos os tecidos corporais.
O
controle é efetuado por uma micro palpação (o termo micro qualifica
a fineza do gesto) que facilmente nos permite achar os tecidos em mau funcionamento,
como se diz, que são portadores de uma seqüela patológica que é inscrita
após uma agressão não rejeitada. De fato, toda agressão sofrida coloca
automaticamente em rota os mecanismos de auto cura para lutar e eliminar
as conseqüências dessa agressão (cicatrização após um ferimento,
consolidação após uma fratura, anticorpos após antígenos, etc...).
Em
alguns casos, esses mecanismos não funcionaram ou não tiveram sucesso
para eliminar os efeitos das agressões. Os tecidos vão carregar as marcas
dessas seqüelas patológicas e apresentarão uma disfunção.
São
nesses tecidos que a microfisioterapia vai agir na reprodução, de acordo
com a data homeopática, de uma maneira similar e sutil, a agressão primitiva
coloca a auto correção que não tinha funcionado de volta na estrada
mesmo após dezenas de anos.
Essas
reiniciarão do mecanismo de autocorreção faz possível obter uma grande
padronização dos tecidos que facilitam a reabilitação das funções.
O estudo é feito começando pelas lesões traumáticas que são as mais
fáceis de achar, corrigir e reproduzi-las em experiência, que facilita
muito o treinamento dos pesquisadores. Essas correções nos deixam resolverem
muitas das seqüelas dolorosas. A direção dessa leitura é a lei de evolução
como foi apresentada na embriologia, filogênese e biogenese.
A mão
A
mão do homem é um instrumento maravilhoso que é capaz de estabelecer
uma infinidade de contatos com o mundo que o envolve. A palpação consiste
na estabilização desse contato manual com o corpo do paciente para colher
informações úteis para a implementação dos gestos terapêuticos. Para
isso, é necessário ter mãos disponíveis e um método muito preciso
que consista em isolar o tecido a ser estudado entre as duas mãos e não
sob somente uma, e a utilização dos recursos sensitivos adequados.
Claude
Bernard
Claude
Bernard define um ser vivo como um ambiente interior que deve ser protegido
do ambiente externo no qual, deve ser mantido em equilíbrio vital que
LANNON chamou de homesostase. Para fazer isso, a organização o organismo
se beneficia de faculdades que são chamadas hoje de autopoiese, que é
literalmente a “habilidade de fazer algo por si só” Essa habilidade
de regularizar as variadas funções do nosso organismo, mas também o
mesmo na auto correção, de se reparar no caso das agressões vindas do
exterior ou distúrbios produzidos em seu próprio interior. Desde as origens,
nós nos beneficiamos desse processo de cicatrização. É através dele
que nós restauramos nossas feridas e consolidamos nossas fraturas. E muito
mais, com essas capacidades imunológicas, nossa organização pode nos
proteger e nos defender contra os ataques virais e microbiais. Essa mesma
habilidade nos permite reparação após choques emocionais ou batalhas
da vida.
A autocorreção
é um mecanismo fundamental que é exercido permanentemente para preservar
e manter esse ambiente interior no melhor estado possível.
Porém,
às vezes acontece que sua efetividade seja insuficiente ou inadaptável
‘a agressão e conseqüentemente as seqüelas aparecem. Essas seqüelas
nós mostra quem são já que é nelas mesmas que nós somos demandados
a agir. Nós temos um arsenal todo de técnicas antalgicas como as massagens
ou a eletroterapia, técnicas de mobilização ou musculação, técnicas
de estimulação postural e propriocepção, que nos permitem completar
esse trabalho e de obtermos o resultado esperado.
Todas
essas técnicas têm um ponto em comum, o fato que é o terapeuta quem
age diretamente ou por intermédio de um instrumento e que obtém por esses
meios resultados muitos satisfatórios.
Portanto,
é de se imaginar se a organização desse esportista poderia não intervir
nessa luta contra as seqüelas traumáticas ou microtraumatismos de repetição
não somente pelo trabalho ativo de mobilização ou musculação que lhes
é pedido, mas também enquanto pergunta ele dá o caminho do mecanismo
de autocorreção, é o mesmo que o não funcionamento ou um meio insuficiente
para resumir esse trabalho de correção interrompido pela restauração
dos tecidos e sua integridade primária.
É
o objetivo da microfisioterapia. Mas, ainda é necessário relembrar as
leis que ordenam esses mecanismos da autocorreção e acha os gestos que
irão iniciá-los.
Existe
uma grande lei imunológica, e ela é descrita a seguir: para que um organismo
ative seus anticorpos (um mecanismo de defesa), é necessário que o antígeno
seja reconhecido (o agressor). Essa lei é o que seguimos na microfisioterapia,
enquanto tentamos achar as marcas deixadas pelos antígenos que penetram
no corpo para dar ao corpo a re-informação de onde foi o ocorrido. Esse
caminho, deixado pelo agressor vai aparecer embaixo de nossos dedos como
uma perda de vitalidade, uma atonia, uma rigidez, um tecido atacado. Essa
inércia é fácil de achar enquanto fazemos a técnica palpatória. Ela
consiste em sentir a reação do tecido, isolado entre as duas mãos do
terapeuta. Essa reação é o efeito das solicitações do tipo de alongamento,
aproximações sinergistas, compressões, etc...
Um
tecido deteriorado por uma seqüela de uma agressão sempre mostra uma
característica palpatória particular na forma de resistência à pergunta.
A correção
consiste em achar e isolar a porção de tecido que guardou a memória
da agressão e novamente informar o organismo do que realmente ocorreu
para que ele reaja e complete sua auto correção satisfatoriamente.
É
assim que o músculo que sofreu uma força de um choque traumático guarda
a memória do evento após um choque traumático e irá apresentar isso
aos dedos do terapeuta na forma de uma tendência de querer se desviar
permanentemente com um encurtamento na direção oposta é impossível.
Existe,
portanto um problema que vem do caminho deixado pelo agressor não permanece
no local da agressão, mas é espalhado e difundido às vezes muito longe
do local de origem e cria vários sintomas que podem nos confundir. Todos
os problemas em microfisioterapia vão consistir em procurar além da sintomatologia
apresentada pelo paciente, a causa primária, por exemplo, a etiologia
é memorizada e registra suas marcas no organismo, mas não inevitavelmente
no local onde o paciente se queixa, não exatamente onde podemos observar
deteriorações nas funções e na estrutura.
Controle
Muscular e Nervoso
A
palpação dos tecidos (muscular e ósseo), resultando do mesoblasto, é
feito com os dedos das mãos colocados de maneira para isolar os músculos,
a aponeurose da articulação a ser estudada. Os dedos percebem a presença
ou ausência do micromovimento descoberto por W. SUTHERLAND de 10 ciclos
por minuto aproximadamente, e 3 segundos de ida e 3 segundos de volta.
Vamos
usar um exemplo de um caso de um atleta que sofre de uma cervicalgia com
irradiação para o trapézio e ombros. A palpação tradicional da vértebra
cervical mostra uma redução bem comum da mobilidade entre C7 e T1, dor
à pressão, e geralmente imagens radiológicas com presença de osteoartrite
que justifica o tratamento no local. Por outro lado, a avaliação de microfisioterapia
examina:
Uma
ausência de micro mobilidade articular entre C7 e T1
A
persistência de micro movimentos na massa muscular cervical baixa.
Mas
por outro lado o desaparecimento da micro mobilidade dos músculos da assoalho
pélvico.
Essa
correção é obtida enquanto fazemos sua reprodução lenta e gentil por
um período longo de tempo, o traumatismo inicial que, muitas vezes se
alojou nesse local há anos atrás, permitindo uma resposta de liberação
da massa muscular que recupera seu micro movimento. Isso é uma homeopatia
física. A localização curiosa dessa correção é explicada por estudos
embriológicos do desenvolvimento dos músculos. A embriologia sabe bem
a migração de certos músculos que irão realizar suas funções remotas
em suas vértebras de origem. O diafragma torácico, por exemplo, com sua
inervação motora, o nervo frênico com suas raízes nas vértebras C3
com C5. Da mesma forma essa migração toma parte nos músculos pélvicos
começando em C7 até T1, que explica a correspondência observada. Então,
todo um estudo miológico fundado na embriogenese foi realizado e se distingue
em dois grupos:
1.
Os músculos vertebrais do mesoblasto paraxial que comandam os micromovimentos
das vértebras entre eles e preservam a conexão com a derme. Essa conexão
permite nosso controle começando do estudo da micromobilidade da pele
de acordo coma topografia estrita. Um traumatismo de um desses músculos
causam a patologia do metâmero.
2.
Os músculos do mesoblasto lateral preservam a relação com os órgãos
internos. Quaisquer traumatismos que caem na porção muscular também
causam um bloqueio no micro movimento no órgão interno correspondente
(esplanctopleura) e nas articulações subjacentes.
Controle
e correção do tecidos nervosos
Esse
controle é feito com a palma das duas mãos colocadas na pele ou nos centros
nervosos do estudo, para controlar a presença ou não do micromovimento
de 2 ciclos por minuto e 14 segundos de ida e 14 segundos de volta.
O estudo
micropalpatório da pele é realizado nas faces anterior e posterior do
crânio, pescoço, tórax e abdômen, e também vai mostrar as zonas em
restrição. Por exemplo, uma restrição do sistema simpático objetiva
uma lesão dos centros ganglionares, medulares, mesencefálicos, telencefálicos
ou romboencefálicos.
A
correção consiste em uma simulação gentil desse centro nervoso pela
aplicação das palmas da mão. Isso nos permite obter em poucos segundos
o completo relaxamento da hipertonicidade muscular. De forma reversível
ou reprodutiva, senos estimulamos esses centros de correção, nós fazemos
reaparecer a hipertonicidade do músculo concernido.
Então
o estudo do sistema nervoso foi resumido a partir do seu desenvolvimento
na evolução das espécies. Cada estágio do desenvolvimento é achado
de maneira precisa nos centros nervosos com sua correspondência na epiderme,
de uma nova cartografia na superfície do corpo.
Em
nosso resumo por essa técnica, nós tentamos achar a etiologia aparente
da patologia. Pode ser que seja simplesmente causada por uma seqüela traumática
ou nervosa, mas na maioria dos casos nenhuma etiologia desses tipos aparece
na interrogação, particularmente quando um esportista apresenta uma desordem
lombar sem uma etiologia direta clássica, mas com uma entorse de tornozelo,
por exemplo. É conveniente procurar outras pessoas, causas, e novamente
a natureza az as coisas muitas bem. Assim, um pode achar uma nova cartografia
de todos os tipos variáveis de agressões que podem acometer o organismo.
- No
nível do pescoço são memorizadas as agressões infecciosas não rejeitadas.
-
No nível do tórax, as agressões tóxicas.
-
No nível da bacia, as lesões traumáticas.
-
No nível dos MMII as agressões de obstrução dos circuitos vitais.
Então
é fácil de achar começando do traçado que é o tipo de agressão súbita
e conectar a palpação com a zona patológica. Novamente a correção
consiste no estimulo da reação do organismo pela informação dada pela
mão do terapeuta na etiologia do mal (e do antígeno) assim começa a
autocorreção específica (anticorpo). Nós podemos continuar a procurar
e achar muitas outras etiologias como agressões vibratórias, choques
emocionais ou problemas relacionais que são geralmente a origem verdadeira
das desordens conhecidas como “funcional”.
Controle
e correção do mesoblasto intermediário
Durante
o desenvolvimento do embrião, o tecido resultante do mesoblasto intermediário
irá se formar entre o mesoblasto paraxial e lateral, e irá formar o sistema
urogenital. Para sua globalidade, irá se formar, o conceito aparente das
noções embriológicas que, estando em restrição, por exemplo, em tensão,
vão constantemente trazer forças de tração na coluna vertebral e seus
anexos.
Na
microfisioterapia, podemos destacar nosso agradecimento aos embriologistas
das tensões nos setores particulares:
- Coluna
vertebral: Rim e bexiga
-
Sistema costal: Medula supra-renal e glândulas genitais.
-
Sistema anterior, esterno, sínfise púbica: glândula mamária e próstata
ou útero.
No
momento da avaliação, podemos dar ênfase à tensão regular de um desses
parâmetros na totalidade do barril que é representado pelo tronco (em
três dimensões), mas a correção a ser aplicada no campo neurológico.
Com
todos esses dados, que podemos fazer pela coluna do nosso esportista?
Profilaxia:
Os
embriologistas anunciam o desenvolvimento:
-
Ósseo, articular e periarticular.
-
Muscular – Mesoblasto paraxial, mesoblasto intermediário.
-
Neurológico
-
Endoblástico
-
Extra-embrionário.
Para
a prevenção, uma ou duas sessões de microfisioterapia permitirão ao
corpo se regenerar, para achar sua possibilidade máxima da rejeição
do conjunto de cicatrizes deixadas por múltiplas agressões. Parece que
com a unidade funcional e psicológica estabilizada (experimento de Senhor
X em um time de basquete) o índice (porcentagem) das lesões mostra ser
menor. E, quando existe uma patologia da coluna, o cuidado da implementação,
não importa a técnica usada (microfisioterapia, Mezieres, massagem, terapia
manual, fisioterapia,...) são de uma eficácia muito boa; ainda é necessário
usar outras técnicas, sendo etiológico quanto à patologia.
O curativo
Avaliação
palpatória=> lesão=> autocorreção com as restrições seguintes:
A persistência
das competições com relações muito próximas( em geral, nós vemos
o esportista depois de três reumatologistas, 2 osteopatas, 1 ou 2 terapeutas
de cura, 1 ou 2 cirurgiões, + alguns hipnólogos) então, ao final da
corrente,exceto os que tem ouvido ou testado esse tipo de trabalho.
-Uma
lesão anatômica requer ser restaurada de acordo com a fisiologia, mas
é verdade que com essa prática, o tempo de restauração são diminuídos
de maneira significativa.
Não
é uma questão de se pregar aqui, mas para que se compreenda uma outra
medida que não é requerida, mas que ajuda e melhora com o tempo, espaço
e intensidade.
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